A irrelevância de muitas coisas

Eu comprei uma série de DVDs pra Alice que fala sobre grandes cientistas, artistas e exploradores para crianças. A série é muito boa pra crianças a partir de 5 anos, falantes da língua inglesa, explica com desenhos como pessoas como Marie Curie, Leonardo da Vinci e muitos outros viveram suas vidas, o principal de suas idéias e como eles(as) e suas idéias afetaram o mundo. A série chama Now you know about.

Assistir esses DVDs com ela foi um gatilho pra eu novamente me sentir muito irrelevante. De boa, a insignificancia e eu somos amigas intimas de infância.  Ela é tão familiar que eu nem consigo mais a ver como negativa, pelo contrário, me serve de combustível pra eu tentar, mesmo que numa escala menor, fazer alguma coisa da minha vida.

Eu sei que é injusto eu querer me comparar com esses grandes gênios. Eu sei que isso provavelmente mostra quão egocêntrica eu sou. Mas no grande esquema do universo, tudo é uma ego-trip gigante. Um dia nosso sol vai explodir e não vai sobrar ninguém nem pra sentir falta do planeta. O que traz de volta a importância de eu me divertir e tentar dar um sentido para minha breve vida. Escrever aqui me diverte e me dá um senso de propósito.

Quem quiser ler o que eu escrevo, fique a vontade. Quem se sentir incomodado, lembre-se você pode procurar outra coisa para ler. Não deixe que palavras perdidas na internet acabem com seu dia. Eu não vou levar pro lado pessoal se eu não for o seu cup of tea.

“The moment that you feel, just possibly, you are walking down the street naked, exposing too much of your heart and your mind, and what exists on the inside, showing too much of yourself…That is the moment, you might be starting to get it right.” – Neil Gaiman.

Um brinde a minha exposição pública!

 

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